AUTORES PARTICIPANTES – XVII FÓRUM NO INTERIOR – FCL / SP

XVII FÓRUM NO INTERIOR – FCL / SP

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SALVE A DATA: Sábado, 31 de agosto, das 8:00 às 16:00 horas.

Evento: XVII FÓRUM NO INTERIOR – FCL-SP

Local: Teatro Manoel Bezerra de Mello – UMC – Universidade Mogi das Cruzes

Rua Cândido Xavier de Almeida Souza, 200 – Centro Cívico – Mogi das Cruzes.

"NÃO ADIANTA TIRAR O CORPO FORA"

AUTORES PARTICIPANTES

Ana Lucia Girardi

Psicanalista, membro do Fórum São Paulo. Doutora em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem pela PUC de São Paulo.

Apresentação: 

"O a-contecimento de Um corpo"

A clínica psicanalítica se orienta pelos efeitos do significante no corpo. Um corpo que demonstra enquanto mistério o lugar que Outro ocupa na constituição do sujeito humano, bem como a singularidade de cada a- contecimento.

Carolina Escobar de Almeida Prado

Psicanalista. Membro do Fórum do Campo Lacaniano- São Paulo. Mestranda em Psicologia Clínica (IP-USP). Professora do Curso de Psicologia da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC) e do curso de Especialização em Psicoterapia de Orientação Psicanalítica da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM).

Apresentação: 

"Qual política ao psicanalista (e seu corpo) na Universidade?"

A origem da Psicanálise está em interrogações sobre o corpo. Mas não qualquer corpo, falamos dos que apresentavam sintomas graves de doenças que, em sua maioria, eram conhecidas, descritas e tratadas pela Medicina; no entanto, não eram encontradas causas orgânicas que as justificassem: os famosos casos de Histeria. Desde então, ao dizer ‘corpo’, os psicanalistas também estariam atentos para a forma que cada pessoa enlaça e inclui seu corpo em sua subjetividade. Mas e o corpo do psicanalista? Estaria incluído em seu fazer? Buscaremos problematizar esta questão, mas principalmente no que tange ao debate da Psicanálise na Universidade.

Geni Gentil

Graduação em Psicologia, Psicanalista, Membro do Fórum do Campo Lacaniano-SP. 

Apresentação: 

“Do telhado de vidro da vergonha à possibilidade de mostração do desejo”

Um sintoma, no corpo, repetindo-se, tal como o sintoma de arranhar-se, fazer ranhuras na pele, é um dizer que  precisa passar aos ditos do analisante. 

Gonçalo Moraes Galvão 

Graduado em Filosofia; Pós graduado em Ciência Política; Mestre em Psicologia; Membro do Fórum do Campo Lacaniano SP; Membro de Escola; Membro da IF.

Apresentação: 

“Apontamentos e Desapontamentos a Partir de um Conto de Machado de Assis”

“E os escritores criativos são aliados muito valiosos, cujo testemunho deve ser levado em alta conta, pois costumam conhecer toda uma vasta gama de coisas entre o céu e a terra com as quais a nossa filosofia ainda não nos deixou sonhar.” (Freud)

Luciana Guarreschi

Psicanalista, membro de escola da IF-EPFCL – 
Fórum São Paulo

Apresentação: 

“Saber insabido - um extrato clínico”

Em janeiro de 2017 um grupo de 16 clínicos atravessaram o Brasil para atender, em caráter de urgência, os refugiados de Belo Monte.  Desabrigados em função do alagamento das margens do Xingu, os ribeirinhos  foram deslocados para a cidade, sem meios de sobrevivência e sem possibilidade de simbolização da perda de seu lar e de seu modo de vida.  Tratarei um pouco de como essa experiência pode ser feita e  metodologicamente orientada pela psicanálise, trazendo um pequeno extrato clínico.

Lucília Maria Abrahão e Sousa

Graduação em Letras pelo Centro Universitário Barão de Mauá (1990). Doutorado em Psicologia pela FFCLRP/USP (2002). Livre‐docente em Ciência da Informação e Documentação pela mesma instituição (2010). Coordenadora do Grupo de Pesquisa “Discurso e memória: movimentos do sujeito”, cadastrado junto ao Diretório de Grupos do CNPQ, e do “E‐L@DIS, Laboratório Discursivo – sujeito, rede eletrônica e sentidos em movimentos”, financiado pela FAPESP. Bolsista de produtividade do CNPQ. Membro do Fórum do Campo Lacaniano/ SP. (FAPESP)

Apresentação:

“O poético, , a língua e(m) rastros de voz”

Um sintoma, no corpo, repetindo-se, tal como o sintoma de arranhar-se, fazer ranhuras na pele, é um dizer que  precisa passar aos ditos do analisante. 

Paula Fiochi

Psicanalista, Psicóloga Judiciária do Tribunal de Justiça de São Paulo, Comarca de São Bento do Sapucaí, Doutora em Psicologia pela Unesp/Assis. Membro do Fórum do Campo Lacaniano de São Paulo.

Apresentação:

“O melhor interesse da criança? A política da psicanálise e a Justiça”

Presente em despachos, relatórios, petições, a consideração “o melhor interesse da criança” fornece subsídios argumentativos a uma série de condutas e decisões no campo jurídico. Nesse campo, recorre-se a esse argumento para justificar as decisões ou solicitações, que estariam em conformidade ao mais fidedigno interesse da criança. No entanto, em nossa atuação passamos a interrogar tal afirmação. O que seria o “melhor” interesse da criança? Como chegamos a isso que seria o “melhor”?Interesse? Quais as estratégias para se desvendar o melhor interesse para uma criança? Assim, os técnicos subutilizam a expressão para justificar suas sugestões e decisões. Do ponto de vista da política da psicanálise, que é uma política do sujeito, trata-se de ir ao encontro dessa dimensão sujeito a partir da oferta de escuta. A partir dessa escuta e do enlace transferencial seria possível balizar essa afirmação? O que escutamos quando escutamos a criança-sujeito, para além de sua dimensão de corpo-objeto da disputa judicial?

Silvana Pessoa

Gestão do Fórum do Campo Lacaniano-SP. Ensinante nas atividades de Formações Clínicas e Coordenadora da Rede de Pesquisa Psicanálise, Educação e Cultura. Autora de diversos artigos em revistas nacionais e internacionais sobre a práxis e a teoria psicanalítica em intensão e extensão.   

Apresentação:

“O mistério do corpo falante e a sua política”

Como os seres falantes lidam com o corpo que tem, seus “barulhos” e mistérios? Como a linguagem e as imagens interferem naquilo que são, nas escolhas que fazem, nas ilusões em que acreditam e na forma como lidam com os outros, ou seja, qual a sua política? Questões a serem trabalhadas nesta apresentação em Mogi das Cruzes que subsumem uma outra: como a psicanálise pode  operar mudanças  significativas em alguns?  Para dar conta deste intento, utilizarei da angústia que assombra e afeta o corpo daqueles que procuram alguns psicanalistas, quando ainda não se deram conta do real em jogo na psicanálise e na vida. 

Palavras-chave: corpo, linguagem, angústia e psicanálise

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